Márcia, minha segunda mãe e minha madrinha, eu queria te dizer uma coisa que talvez eu nem sempre tenha conseguido falar direito: obrigado por estar na minha vida.
Acho que já são 12 anos juntos, se eu não estiver enganado. Doze anos é muita coisa. E nesse tempo todo você esteve presente de um jeito que marcou quem eu sou: cuidando, aconselhando, se preocupando, comemorando comigo e também me dando aqueles puxões de orelha que, na hora, eu talvez não entendesse muito bem.
Hoje eu entendo mais. Entendo que muitas broncas não eram só broncas. Eram cuidado. Eram medo de me ver errar. Eram amor tentando me proteger antes que a vida ensinasse do jeito mais difícil. Talvez eu tenha demorado para perceber, mas agora eu vejo com mais carinho tudo o que você tentou me ensinar.
Você foi, e continua sendo, uma dessas pessoas que fazem a vida parecer mais segura. Uma presença que acolhe, que orienta, que puxa para perto e que também sabe falar sério quando precisa. Isso é raro, e eu tenho muita sorte por poder te chamar de madrinha e de segunda mãe.
Obrigado por cada conselho, cada cuidado, cada preocupação, cada risada e cada momento em que você escolheu ficar por perto. Eu espero, de verdade, que você esteja ao meu lado a vida inteira, vendo minhas conquistas, me lembrando de quem eu sou e fazendo parte dos capítulos mais importantes da minha história.
Eu te amo muito, e esta página é só um pedacinho pequeno do tamanho da gratidão que eu tenho por você.